Como já dissemos em alguns conteúdos anteriores a taxa Selic subiu recentemente e deve continuar subindo até pelo menos o final desse ano. Essa alta na taxa Selic está estipulada, segundo economistas, na casa dos 6,5% até o fim de 2021. Porém essa alta prevista para os próximos meses desse ano pode acabar sendo ainda maior do que as previsões mais recorrentes.

Segundo relatos de analistas do mercado financeiro, por mais que achem improvável, não está descartada a possibilidade de até o fim desse ano/início do ano que vem a taxa Selic estar na casa dos 8% a 9%.

Com uma alta assim tão expressiva, como ficará o mercado de crédito imobiliário?

O que é a taxa Selic?

A Selic nada mais nada menos é que a taxa básica de juros, um índice que influencia todas as demais taxas de juros do Brasil, como aquelas inseridas nos empréstimos, financiamentos e também em certas aplicações financeiras. E quem decide o valor dessa taxa? A Selic é estabelecida pelo Copom, o Comitê de Política Monetária, que se reúne para definir se a taxa de juros, com base no contexto atual e nas expectativas futuras, irá aumentar, diminuir ou se manter no mesmo patamar.

Por que ela está subindo?

O motivo pelo qual a taxa Selic está subindo esse ano é que os números do IPCA devem permanecer acima do limite máximo da meta prevista para inflação tanto para 2021 quanto para 2022.

Historicamente, aumentar a taxa básica de juros é a alternativa do Copom para frear a inflação. Com uma alta na taxa básica de juros, as pessoas e empresas perdem poder de consumo e investimento. O resultado disso é um atividade econômica menor, o que por sua vez pode diminuir a pressão inflacionária.

Por que ela pode subir muito acima do previsto?

O motivo da possibilidade de um aumento na taxa Selic consideravelmente acima do previsto, podendo chegar a quem sabe, 10% no ano que vem, é que não apenas segundo a projeção mais recente dos principais centros de pesquisa, os números do IPCA devem permanecer acima do limite máximo da meta prevista para inflação tanto para 2021 quanto para 2022, mas essa projeção vem se distanciando da meta cada vez mais.

Se a meta está longe de ser batida, não será nenhuma surpresa uma alta muito além da prometida pelo Banco Central na taxa Selic. Não é o que acreditamos, mas com certeza é uma possibilidade a se considerar.

O renomado economista Ricardo Amorim, em depoimento dado a ConsorcioCred, explicou qual seria o impacto no mercado de crédito caso tenhamos uma alta que vá além do esperado nas projeções anunciadas.

“O juros de curto prazo, a Selic, estava muito baixo, mas o juros mais longo nem tanto. Já havia a expectativa de que de que a Selic não se sustentaria em um patamar tão baixo. O que define o financiamento imobiliário é o juros mais longo, e é por isso que se a alta de juros for dentro do que o mercado espera, não vai mexer tanto no custo da taxa do financiamento imobiliário, porque esse custo já é determinado pela taxa de 10 anos para cima e não pela taxa de curto prazo que é a Selic e o CDI. Agora, se a alta da Selic for maior do que o mercado está estipulando, se chegar na casa dos 10%, vai ter um impacto de alta nos juros do mercado imobiliário de forma mais significativa, principalmente porque isso só vai acontecer somente se não conseguirmos controlar a alta da inflação”.

Qual o impacto da Selic na taxa do financiamento?

Com um aumento na taxa básica de juros, consequentemente, haverá também uma elevação no valor dos juros nos financiamentos.  Por exemplo, em um contrato ligado à Selic, se a taxa subir de 9% para 11%, a taxa de financiamento acompanhará esse movimento, aumentando o custo das prestações do imóvel.

Do contrário, caso a Selic caia de 9% para 7%, por exemplo, haverá consequentemente, uma queda na taxa de financiamento.

Mas por que ocorre essa queda?

A Selic interfere nos juros de financiamento imobiliário, ou seja, quando a Selic sobe, o governo está aumentando a remuneração paga a seus investidores. Isso faz com que os mesmos saiam da poupança dos bancos para investir nos papéis públicos.

Como o principal recurso do crédito imobiliário é a poupança, o esperado é que quanto mais escasso esse recurso estiver, mais caro fique o crédito. Porém, quando a Selic cai está baixa, existe menos disposição das pessoas em emprestar ao governo. Com isso, há mais recursos disponíveis para empréstimo nos bancos, o que influencia na queda dos juros do financiamento imobiliário.

Qual o impacto disso no mercado imobiliário?

Por um imóvel ser um bem de alto valor, o segmento imobiliário é muito sensível ao crédito. Assim, com um possível aumento nas taxas de crédito, menos pessoas estarão dispostas ou aptas a financiar, o que diminui a procura por crédito, e, consequentemente, esfria drasticamente o setor imobiliário no Brasil.

Uma queda na taxa de financiamento, o que ampliará as chances de adquirir um imóvel, irá aquecer a procura por imóveis!

Consórcio é a saída?

Consórcio é um produto de extrema ascensão. Essa forma de crédito para aquisição de bens de consumo foi criada no Brasil e vem crescendo devido a sua qualidade. É um produto de extrema confiança que pode te ajudar muito a conquistar seus sonhos e objetivos! Basta você entender o que é melhor para você dentro desse universo.  Cada dia mais o financiamento se torna menos competitivo perante os valores do consórcio, e esse ano, devido ao aumento que vem sendo estipulado na taxa Selic, essa diferença deve se tornar ainda mais gritante e notável.

As parcelas de um consórcio podem ser definidas de acordo com o que cabe no seu bolso. Além disso, não há juros pesando sobre as parcelas, apenas as taxas administrativas. Se compararmos com uma das principais formas de adquirir crédito no Brasil, o financiamento, fica fácil visualizar o quanto consórcio é mais barato, basta calcular o valor total pago no final daquela operação.

Quando se trata de consórcios, pouca gente entende mais do que a ConsorcioCred que é atuante no mercado de consórcios a mais de 15 anos.

Através da ConsorcioCred é possível você comprar novas cotas que se adequem exatamente a necessidade que você procura de forma fácil e rápida, basta clicar no link que condiz com a sua necessidade.

O processo 100% digital e humanizado da ConsorcioCred teve o efeito de aproximar os consorciados nesses tempos de pandemia, contribuindo de forma inestimável para esse mercado em ascensão.

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